Treino/ Alrisha de Peixes

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Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Alrisha de Peixes em Qua Maio 02, 2012 10:38 pm

Royal Demon Rose
Rosas Diabólicas Reais


Alrisha estava sozinho na Décima Segunda casa. A Casa de Peixes tinha virado meu lar. Assim como o Santuário de Athena. Eu sai da Casa e sentei-me nas escadarias e olhei o mar de rosas que levavam a sala do Mestre. Eu tinha que dominar as técnicas de Afrodite. Queria ser melhor que meu irmão, mas para ser melhor que ele eu teria que fazer como ele. Uma das Rosas Diabólicas voou até mim e eu a analizei. Eu tinha que dominá-la. Observei e comecei a analizá-la. Seu perfume era inebriante, e quase perdi a consciência, mas emanei meu cosmo ao máximo. E consegui controlar os efeitos dela. Eu senti seu perfume. Consegui diluir todos os aromas, todos os venenos. Achar a matriz da essência do perfume da Rosa, era fácil quando se entendia que o princípio de todas as coisas vivas. Alrisha apenas tinha que se concentrar nos milhares de microcosmos dentro da rosa e entender como ela funcionava. Passaram-se dias quando ele conseguia entender e manipular o perfume. Ele criara uma imunidade sanguinea aos seus perfumes e aos venenos. Consegui manipulá-las e no meio das flores eu agora tentava transformá-las em armas. Corria as escadarias me escondendo nas nuvens púrpuras das rosas atacando inimigos imaginários. A Técnica estava ficando boa. O próximo passo era criar as rosas. Eu isolei a semente de uma rosa diabólica real. E concentrava meu cosmo naquele pequeno microverso. Uma rosa logo surgiu em minha mão. Tão rubra e brilhante quanto as Rosas Diabólicas Reais de Afrodite. Continuei treinando com elas até apefeiçoar minha mira, assim como intensificar o perfume delas. Depois de algumas semanas eu estava exausto e com a Rosa Diabólica Real Dominada.


Step Away when you smell a sweet perfum, it's the death
<BLOCKQUOTE>





Nome: Royal Demon Rose (Rosas Diabólicas Reais)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha cria rosas vermelhas altamente venenosas. Esse ataque atinge o inimigo com seu veneno. Apenas um arranhão de seu espinho ou o seu aroma, já é o bastante para o veneno fluir no adversário. Os efeitos são imediatos o inimigo é envenenado podendo cair no sono de morte, e vai perdendo os Sentidos aos poucos.
Gasto: 45
Dano: 55 (ataque direto)
Reação ao veneno - 10 a cada rodada.
</BLOCKQUOTE>


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:11 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Qua Maio 02, 2012 10:53 pm

Técnica dominada com sucesso
Parabéns pelo seu belo treino, que lhe rendeu dois pontos e o domínio da técnica Rosas Diabólicas Reais.
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Treino Alrisha/ Rosas Piranhas

Mensagem por Alrisha de Peixes em Qua Maio 02, 2012 11:20 pm



Piranian Rose
Rosas Piranhas


Depois de dias treinando com as Rosas vermelhas, eu passo meu treinamento para as Rosas Piranhas. Desta vez treino nos rochedos gregos. O vento estava forte, e isso era um desafio, esse era mais um dos desafios. Criar a Rosa Piranha era ainda mais difícil do que a Rosa Diabólica. Conseguia criá-las, mas elas não estavam perfeitas. Os espinhos eram comuns assim como as pétalas. Estavam sem precisão e qualquer ventinho conseguia subjugar. Então fiz o mesmo que fiz com as Rosas Diabólicas reais. Fui à matriz da semente da Rosa Negra. Para entendê-la eu tinha que emanar muito mais cosmo a estrutura nuclear dela era diferente. Meu elemento era a água e dominar a intensidade da Rosa negra era potencialmente difícil. Depois de uma semana de treino. As rosas ganharam pétalas mais leves o que lhe transformava certeira nos Alvos. Mas seus espinhos não estavam afiados. Continuei treinando para desenvolvê-las com perfeição. Treinava com alvos moveis e maleáveis como pequenos animais. As rosas negras não possuíam veneno, então não matavam os animais apenas filiá-los. Três semanas haviam passado e eu não conseguia destruir nada alem de pequenas rochas. Então sabia que tinha que treinar mais. Mas agora não treinava com as rosas em sim. Eu treinava para dominar o Sétimo sentido com mais facilidade para assim entender o mecanismo nuclear das rosas negras. Depois de treinar dias na chuva e no sol grego, eu voltava ao alto dos rochedos e continuava treinando com as Rosas Negras. Ao longe vi um navio pesqueiro. Ele estava matando Golfinhos na costa grega, ao sul do Santuário perto do Cabo Sunion. Fui até lá com a velocidade da luz e vi a crueldade que eles faziam. Então entendi que meu cosmo tinha que se afiar para eu atingir meus inimigos. Eu teria que ter ódio e transferir para os espinhos. Torná-los tão agudos e afiados quanto à minha vontade de fazer justiça. Saquei algumas rosas negras e ataquei com meu cosmo ao máximo. – PIRANIAH ROSE! – Uma saraivada certeira de rosas negras atingiu o casco do barco conseguindo perfurá-lo. Usei as mesmas rosas para ajudar os golfinhos. Tinha ganhado meu dia. Salvara os Golfinhos, tinha feito justiça e tinha começado a Entender as Rosas Piranhas.


Back to Black! Attack’em Piranian Rose!

Nome: Piranian Rose (Rosas Piranhas)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha cria rosas negras que tem espinhos e pétalas tão afiadas como aço! As rosas negras, as Rosas Piranhas são usadas como forma de ataque direto. Elas proporcionam morte por que é um ataque vicioso de várias rosas que como seu nome sugere, elas devoram e dilaceram tudo aquilo que tocam. Enfim, dilacerando seu alvo.
Gasto: 45
Dano: 55
Usada como defesa: 50


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:17 pm, editado 4 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Qua Maio 02, 2012 11:26 pm

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Belo treino. Lhe rendeu três pontos e o domínio da técnica Rosas Piranhas.
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Treino das Rosas Sangrentas

Mensagem por Alrisha de Peixes em Qui Maio 03, 2012 12:44 am

Bloody Rose
Rosas Sangrentas



Estava agora treinando com alguns cavaleiros de prata. Treinar com eles e treinar eles. Assim como treinar vários aspirantes a Cavaleiro. Rosas Diabólicas reais e Rosas Piranhas. Eram minhas únicas e principais técnicas. Mas eram Técnicas de extrema precisão nenhuma defesa era páreo para a fúria das minhas Rosas Piranhas, e aqueles quem chegavam mais perto caiam ao sentir o perfume das Rosas Diabólicas reais. Os cavaleiros de Prata eram bons e ágeis. Mas não tinham dominado seus cosmos completamente. Depois de um dia sem muitas emoções eu percebi como eu estava dependente das duas rosas. Mas eu não poderia esquecer a rosa mais bela e mortal de todas: A Rosa Sangrenta. Depois de descobrir os segredos das outras duas, não era tão difícil criar as Rosas. Mas a Rosa branca tinha um fascínio mortal. Eu não conseguia manipulá-las, elas pareciam famintas a flechar o ser vivo mais próximo e se alimentar do seu fulgor de vida. Ela tinha poder forte, paralisava em primeira instancia. E eu descobri isso da pior forma. Treinado com elas eu consegui ferir minha mão. A rosa sangrenta simplesmente perfurou minha mão e eu caio no chão paralisado. Concentrei meu cosmo para anular seu efeito, mas ela lutava contra mim. Ela não se alimentava apenas do meu sangue, mas também meu cosmo e a vontade de viver. Senti meu sangue sendo drenado, e eu sabia que se ela tivesse atingido meu coração eu já estaria morto. "Que idiota, morto por sua própria técnica" - pensei tentando me mover. Não poderia desistir, respirei fundo e explodi meu corpo. Saquei uma Rosa piranha e destruí a rosa branca que era tingida com meu sangue. Eu voltei a respirar, parecia que eu voltava a vida. Estava mais fraco, e percebi o que tinha acontecido. Para entender a Rosa Vermelha eu tive que me juntar as Rosas Vermelhas, para entender as Rosas Negras eu tive que afiar meu cosmo e minha vontade. Para entender a Rosa Sangrenta eu tinha que ter tanta paixão, tanta sede e voracidade quanto ela. Então explodia sempre meu cosmo para manipulá-la. Mas antes de simplesmente jogá-las contra o coração do meu inimigo eu tinha que provar aquelas rosa que eu era capaz de lutar. Sai da minha área de conforto. Recebendo uma missão de reconhecimento na Ilha Canon, eu fui até lá acompanhado por alguns cavaleiros de bronze e outros aspirantes. Saindo do Santuário eu fui até uma pequena vila aonde diziam que feras mitológicas atacavam. Os aldeões falavam em Gorgonas. Fui ao Monte do Vulcão da Ilha Cannon e vi quem era o tal monstro. Era o Espectro de Gorgona. A luta começou, mesmo tento ótimas armas e vendo que o nível do inimigo não era tão grande, então me forcei a lutar sem as rosas. Mas górgona sabia que não poderia contra um cavaleiro de ouro do Santuário. E diz que se eu não me rende-se todos os aldeões iam sofrer por isso, ele mostra que a boca do vulcão está cheia de dinamites. Eu saquei a rosa branca eu tinha uma chance. Eu tinha vontade e garra. Queria o coração do inimigo. Então ergui meu cosmo rapidamente e ataquei: - BLOODY ROSE! - A rosa branca varou o vento, quase na velocidade da luz. Atingiu o peito do Espectro de Górgona. Ele caiu sem conseguir se mover. - Não, adianta Espectro. Você já absorveu o perfume da minha rosa, começará a sentir que seu corpo não se movimenta. A sua mente ficará turva, e você morrerá lentamente enquanto ela floresce e se torna vermelha. Volte para as terras de Hades. Durma bem... - disse a rosa acabar de ficar vermelha. Eu entedia as rosas, eu queria me tornar um Cavaleiros melhor... E o Caminho era longo.

It’s useless. You've absorbed the scent of my rose, you gonna begin to feel that your body doesn’t move. Your mind will be blurred, And you shall die slowly while it flourishes and becomes red. Sleep Well…

Nome: Bloody Rose (Rosas Sangrentas)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha lança sua Rosa Sangrenta ou a planta. É uma técnica fatal. Não é possível anulá-la, desviar-se dela ou defendê-la, e isso a torna um dos golpes mais mortais de um cavaleiro do Santuário. Se a rosa sangrenta pressentir um cosmo ela ataca instintivamente o adversário. A Rosa Sangrenta vai direto no coração do adversário e suga todo o sangue, e, quando as pétalas brancas se tornam vermelhas, o adversário perece. Se tentar tirar, a rosa "agarra" o coração, penetrando mais rápido e, ainda assim, o mata.
Resistência da Rosa:
55
Gasto: 45
Dano: 55


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:22 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Convidado em Qui Maio 03, 2012 12:44 pm

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Belo treino. Lhe rendeu três pontos e o domínio da técnica Rosas Sangentas.

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Treino de Alrisha/ Encomenda de Rosas

Mensagem por Alrisha de Peixes em Sex Maio 04, 2012 8:11 pm

Rose Order, Help me Sixth Sense
Encomenda de Rosas


Mais um dia no Santuário e sua vontade de ser um bom cavaleiro estava cada vez mais forte em seu coração. Já fazia algum tempo que o Antigo Cavaleiro de Peixes tinha morrido. Afrodite, irmão de Alrisha. O Antigo cavaleiro de Pégaso, o lendário cavaleiro, tinha destruído o caminho de rosas que levava a Sala do Grande Mestre. Mas desde que Hades o ressuscitara as rosas tinham voltado a crescer. Alrisha se lembrou disso. O tempo tinha passado e as Rosas de seu irmão estavam morrendo. Sem o cosmo para alimentá-las e protegê-las. Aquelas rosa não tinham sido criadas por Alrisha, elas não tinham confiança nele. Mas suas rosas tinham. E ele resolveu fazer o que achava melhor. Destruir aquelas rosas moribundas e criar um novo caminho de rosas. Afinal, ele era o novo Cavaleiro da Constelação de Peixes. Apesar de gostar do seu irmão ele tinha que esquecer o passado e encarar que ele era agora o defensor de Athena.
Alrisha saca uma das suas rosas piranhas e elimina todas as rosas remanescentes de Afrodite. Uma lágrima escorre de seus olhos. Estava apagando o passado para construir um futuro melhor. Controlar meu cosmo ficava cada vez mais fácil. Não que mais fácil quisesse dizer mais fácil, apenas menos difícil.
Alrisha já dominava três tipos de rosas, mas em quantidades comedidas. Já sabia criar suas roseiras. Mas o treino agora era para criar a armadilha perfeita. Eu tinha que conseguir o Sexto Sentido Pleno. Um Cavaleiro de Ouro em geral sabe dominar o sexto sentido. Mas eu ainda o lampejava. Para poder manipular e criar a grande encomenda de rosas eu tinha que explodir meu cosmo ao máximo e mantê-lo em grau elevado. Nas escadarias atrás da casa de Peixes, e meditava para aumentar o equilíbrio cósmico do meu corpo. Eu também tinha que encontrar a vibração de cosmo que me elevava e conectava direto a minha constelação. O ar a minha volta esfriava, eu sentia a grande umidade do ar. Eu me levantei e joguei as sementes modificadas pelo meu cosmo no solo. Meu corpo aumentava o equilíbrio, e meu cosmo se expandia pelo ar a minha volta. Meu elemento a água me ajudava a expandir meu cosmo.
Alrisha é o Cavaleiro de Ouro de Peixes, e água era o elemento de seu cosmo, eu estava me conectando ao elemento do universo. O Condutor universal. Meu cosmo subiu as escadarias do santuário os brotos e videiras espinhosas nasciam e se espalhavam velozmente até as portas do grande mestre. Não era o suficiente. Alrisha se concentra tinha que explodir o cosmo dar a vida por aquilo se fosse necessário. Eu tinha que entrar em consonância com minha constelação.
- Me ajude, Constelação de Peixes! Ajude-me meu cosmo. Vamos explodir até o SEXTO SENTIDO! Por ATHENA! - disse Alrisha dando seu máximo
Diferente da técnica de meu irmão eu criara um tapete, uma mar de rosas começava a desabrochar. Não unicamente vermelhas. Era quase uma extensão do meu poder um presente do meu cosmo, e do Signo e da minha constelação um mar de rosas vermelhas tomava um terço da escadaria, Rosas Diabólicas reais. No meio, rosas negras, as rosas Piranhas. E por fim, as Rosas brancas, as rosas sangrentas. A água orvalhava as rosas tornando-as convidativas a armadilha mortal.
Alrisha caiu de joelhos, sorrindo. Eu consegui. A Encomenda de Rosas.
Alrisha ficou olhando as belas rosas orvalhadas iluminadas pelo luar. A cima das doze casas havia a mais bela armadilha criada.

I offer you a Rose enemy…So, offer me your life

Sexto Sentido
O sexto sentido faz os humanos poderem perceber e se comunicar com pessoas a grande distância. Com esse sentido um humano pode saber quandocada pessoa vai nascer ou morrer, ele também pode prever algo que irá acontecer.
Requisitos: Todos os Cavaleiros que já fizeram sua ficha e têm uma armadura protetora pode possuir o Sexto Sentido.
Benefícios: Aumento de 20% a Agilidade e a Velocidade do cavaleiro, desta forma, aumentam.

Nome: Rose Order (Encomenda de Rosas)
Elemento: Água
Descrição: Um golpe totalmente indireto, o cavaleiro de peixes planta a armadilha em um certo lugar fazendo que quando o inimigo passe por ali caia na amardilha fatal, pode ser usado com qualquer tipo de rosa cada uma com suas caracteristícas com as rosas diábolicas reais que vão tirando lentamente os cinco sentidos, com as rosas piranhas que dilaceram tudo e com as rosas sangrentas que cravam direto no coração do oponente.
Gasto: 45
Dano: 55
Resistência da Armadilha: 50


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:29 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Sex Maio 04, 2012 8:31 pm

Técnicas Aceitas
Sexto Sentido e Grande Encomenda de Rosas estão na sua ficha. Parabéns, conquistou três pontos.
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Crystal Thorn!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Sex Maio 04, 2012 11:28 pm

Crystal Thorn!
Espinhos de Cristal




As primeiras horas da manhã no santuário eram as mais belas. Ver o pôr-do-sol no alto das doze casas Zodiacais era um privilégio. Alrisha observava as casas abaixo. Raadam em Áries, Luka em Gêmeos, Kastiel em Câncer, Loke em Leão, Pedro em Virgem, Thorio em Escorpião, Fuzile em Sagitário, Shiryu em Capricórnio e finalmente, Alrisha em Peixes. Alrisha suspirou, vestia vestes de treinamento. Tirou uma semente e a fez florescer em Rosa Diabólica Real. Ele espreguiçou-se e começou a correr escadarias abaixo. Alrisha tinha que estar mais em contado com seu elemento. Foi até um penhasco e jogou-se no mar. A água estava gelada. Alrisha deixou-se afundar a água salgada o empurrava para os rochedos. Ele aumentou seu cosmo e conseguiu controlar as ondas. O Sexto sentido se expandiu e ele conseguiu controlar as ondas revoltas até que o mar virasse apenas um espelho do céu. Alrisha então emanou mais uma vez seu cosmo com o poder do mar deslocou as ondas até uma pequena baia isolada com uma pequena praia. Ele conseguia manipular a água fora do mar. Ele começou a treinar apenas sua arte marcial de luta, mas em conjunto com a água. Então no meio do treinamento percebeu algo. Aquilo lhe poderia ser mais útil. Alrisha se lembrou que no passado um Cavaleiro de Ouro chamado Albafica tinha criado uma técnica muito poderosa chamada "Espinhos Vermelhos demoníacos", ele criava uma névoa de sangue e atacava o inimigo. Mas o que matava realmente o inimigo era seu sangue envenenado. Ele tinha imunidade as Rosas, mas não tinha o sangue envenenado. E para usar tal técnica Alrisha deveria estar machucado para usar seu sangue, o que era uma desvantagem. Mas Alrisha tinha algo parecido: a água.
Alrisha manipulava quantidades de água e transformava em grandes lanças. Mas sempre que atacava uma rocha, a água se desmanchava. E a pedra apenas se feria por que meu cosmo criava impulsionava a água com muita força. Alrisha estava quase desistindo não via como aquilo que havia pensado fazer sentido. Quando quis desistir uma voz ecoou pela baia.
- Não está fazendo certo Alrisha de Peixes! - disse Fuzile o Cavaleiro de Sagitário.
Alrisha se assustou e viu o companheiro descer com destreza os rochedos até a baia.
- Vi o que estava tentando fazer, Alrisha. Se bem me lembro seu Elemento é a água. Não está utilizando 100% do seu potencial.
- Como assim?
- Tente mais uma vez... Um verdadeiro Cavaleiro sabe concentrar todo seu poder e explodir o seu cosmo interior e dessa forma criar poderes além da compreensão, podendo que sabe superar um deus.
Fuzile levantou o braço e fez um disparo ao céu como um grande trovão que fez o mar se iluminar.
- Não se esqueça de usar 100% de você. 30% cosmo e 70% Vontade e determinação.
Alrisha sentiu o cosmo de Fuzile preencher a baía. O cosmo dele era forte, e Alrisha sentiu, ele conseguiu entender o que passava no coração e na mente de Fuzile. Fuzile estava vestido assim como Alrisha com roupas de treinamento. Ele sacou um arco simples e uma flecha de madeira e ponta de ferro.
- Alrisha olhe isso... Uma simples flecha. Por favor, jogue aquelas rochas ao céu. - disse com um sorriso confiante.
Alrisha concentrou seu cosmo e com chutes lançou grandes rochas ao alto.
- Perfeito! - Fuzile apontou a flecha, seu cosmo explodiu e a flecha voou ao céu a flecha destruiu a primeira rocha quicou nas outras as destruindo também. A flecha caiu no mar. E ao bater na água rompeu-se frágil e logo afundou.
- Como assim? Como isso é possível? Uma simples flecha destruiu três rochas e simplesmente caiu e quebrou.
- Tudo é o cosmo, Alrisha. Assim como você é capaz de criar suas rosas mortais, eu pude realizar isso. Quando você usa suas rosas sua confiança as faz armas mortais. Tenha confiança em si mesmo. - disse Fuzile pegando o arco e indo embora.
- Ah, talvez uma dica. A água tem três estados... Líquido, Sólido e gasoso... Bom treino cavaleiro de Peixes. - disse ele indo embora.
O que Fuzile falou fazia sentido. Alrisha entendera q ele queria dizer. Ele se concentrou e fez a água do mar rodeá-lo. Moldou-a em forma de um grande espinho, uma grande lança. Ele se concentrou. Água era um composto natural forma por Hidrogênio e Oxigênio. Seu estado liquido se dá quando as partículas de Oxigênio e Hidrogênio encontram-se maleáveis, ou seja em movimento. O que ele tinha que fazer era parar as moléculas de H20 com seu cosmo, ou seja, congelar. Torná-las duras que demoraria anos para que derretessem. Alrisha conseguiu era uma lança de gelo. Ele se concentrou e atacou um rochedo. O rochedo se desfez na hora, destruído pela lança. Alrisha ficara muito feliz. Mas agora ele tinha que multiplicar as lanças, usou mais um pouco de água do mar e expandindo o sexto sentido não foi tão difícil fazer o que ele pretendia. Rapidamente fez com que vários espinhos de gelo atacassem o nada. As lanças perfuraram o solo, algumas árvores mais rochas. Alrisha estava muito satisfeito, mas não totalmente. Era fácil por que estava perto do mar. E quando não estivesse? Alrisha saiu dali subindo o grande pico de rochas. Quando chegou ao topo sentiu a brisa fria bater seu rosto. Lembrou do que Fuzile dissera. A água: Sólido, Líquido e Gasoso.
Alrisha olhou para o céu e teve certeza que seria difícil ele teria que capturar a umidade do ar condensá-la transformá-la em água para depois congelá-la. Isso o mais rápido que conseguisse fazer. Se passar, do estado liquido para o sólido eu tinha que parar os átomos, ou retardar os átomos e moléculas. Para Controlar o ar a minha volta e transformar em água, eu precisava de mais energia. Então, Alrisha passou os dias treinando aquele movimento. No quinto dia, podemos ver um Alrisha que salta o ar com um giro, Alrisha liquefaz e depois solidifica p ar, criando grandes espinhos de gelo.
- Espinhos de Cristal! - Ele ataca um algo imóvel no centro do grande coliseu. o alvo é atacado por uma dezena de espinhos de gelo que não dão sinal de derreter.
Alrisha sorri ao ver que seu trabalho finalmente dando resultados. Ser um Cavaleiro era desafiar seu potencial todos os dias. Alrisha se vira e olha as doze casas. Ele transforma o ar em uma flecha de gelo. - Essa é agradecimento a você, amigo.
Um espinho de gelo em forma de flecha voa até a casa de Sagitário caindo aos pés de Fuzile, junto à flecha havia uma rosa congelada a base, uma rosa de cristal. O Cavaleiro de sagitário sorri e percebe que ajudou um amigo.


Thanks Sagittarius…





Nome: Crystal Thorn (Espinhos de Cristal)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha liquefaz e solidifica o ar. Transformando em espinhos de gelo; em seguida, ele pode mesmo criar uma névoa que se solidifica e se transforma numa chuva de espinhos afiados de gelo que penetra através da pele do adversário, empalando-o até a morte.
Gasto: 45
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Convidado em Sex Maio 04, 2012 11:40 pm

Resultado do treinamento:

Avaliação: Ótimo
Recompensa: 3 pontos
Comentários: Um ótimo treino, bela escrita, a técnica é extremamente criativa.

Conseguiu dominar a técnica Espinhos de Cristal.

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Phantom Rose!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Dom Maio 06, 2012 3:29 pm



Phantom Rose
Rosas Fantasmas

Alrisha caminha pelo Cemitério do Santuário. Ele para na tumba de seu irmão. "Piscis no Afrodite". Crio um ramalhete de rosas vermelhas e deposito ali. Faço uma oração silenciosa para que Athena perdoe seus erros, e que aceite seu arrependimento nos seus últimos dias como Cavaleiro.
A armadura de ouro de peixes emanou a ultima lembrança de seu último guerreiro. Alrisha viu em sua mente quando os doze cavaleiros de ouro atacaram o Muro das Lamentações para que os cinco cavaleiros de bronze passassem. Alrisha sentiu o seu cosmo em comunhão com o seu irmão, e por um minuto Alrisha sentiu o cosmo caloroso de todos os lendários guerreiros de ouro que se sacrificaram. Quando Alrisha acordou, uma lágrima escorreu seu rosto. Ele acordou quando sentiu um novo perfume. Uma das rosas de seu ramalhete tinha caído no solo do Cemitério e diferente das outras que eram vermelhas, a que estava no solo mudava de cor. Ela ganhava uma cor azul-fantasma, em um tom perolado meio acetinado. Exibia um brilho intenso e fúnebre. Alrisha a analisa parecia viva uma chama viva. Como uma chama de fogo-fátuo. Alrisha me abaixei para pegar a rosa, mas era intangível. Como se não existisse como se fosse apenas um fantasma. Concentrou seu cosmo até o sexto sentido alcançar o mais próximo do Sétimo sentido. A explosão do cosmo. Conseguiu segurar a rosa, sentia que era como segurar água, se não fosse de um jeito certo ela escorreria entre seus dedos. Era leve mais era encantadora. Passou os dias, ou seja, as semanas seguintes, entretanto entender uma rosa que parecia não existir. Ela só era tocável quando Alrisha a segurava usando seu cosmo em elevação, Alrisha percebi que ela tinha um núcleo líquido. Continuem treinando, e percebi que ela não tinha a força destrutiva das outras rosas o que ela fazia, Alrisha se perguntava. Em meio a um treino com um Cavaleiro de Prata. Alrisha arriscou usou a rosa Fantasma - do jeito que ele a apelidara - a rosa como era previsto não se deteve as defesas do oponente e todas quase desaparecem sem nem chegar ao oponente. A luta continuou. O cavaleiro de Prata me atacava e Alrisha me defendia com a Fortaleza de Rosas negras sempre que necessário, sem me esforçar muito era fácil me defender. Depois de um tempo Alrisha emanou seu cosmo. Planejava acabar com o treino com os Espinhos de Cristal. Alrisha absorveu a umidade em volta de mim, então Alrisha sentiu algo estranho vindo do Cavaleiro de Prata que treinava comigo. Fechou seus olhos e se enclausurou na Fortaleza de Rosas. O Cavaleiro de Prata achou que Alrisha o estava testando. Mas Alrisha apenas estava pensando. Existia um núcleo de energia vindo dele, um núcleo de minha energia. Ele se concentrou mais forte e sentiu suas criações e seus domínios de água. O Ar e a água ao seu redor. Minhas rosas negras formando a fortaleza negra... E a sua rosa Fantasma totalmente desenvolvida dentro do peito do Cavaleiro de Prata. Ela se alimentava não do seu sangue em si, mas da composição química de água que é formada um corpo humano. Alrisha expandiu sua consciência. E percebeu que ele tinha domínio perfeito sobre aquela rosa. Desfez a Fortaleza de Rosas e o Cavaleiro de Prata mais contente achou que era um fraquejar da sua parte atacou com tudo.
Em pensamento, Alrisha ordenou que ele parasse. E o soco parou antes de tocar o rosto do Cavaleiro de ouro. Alrisha o olhou e viu videiras fantasmas espalhadas pelo corpo dele. A Rosa Fantasma o tinha possuído. Alrisha tinha o controle sobre seu corpo. Alrisha começou a fazer movimentos e ele começou a me imitar como um espelho. Então explodiu seu cosmo e ordenou que ele tirasse a armadura e fosse embora. Sem entender seu corpo obedeceu ao cosmo de Alrisha e tentando relutar contra a rosa o cavaleiro simplesmente se foi. Quando estava longe Alrisha estalou os dedos, ordenando que a rosa voltasse a ele. A rosa voltou a ser um botão, ficou incorpórea e caiu no chão. E o Cavaleiro de Prata saiu correndo achando que estava possuído. Alrisha segurou à rosa e a desfez no ar. Logo depois emanou seu cosmo espalhando pelo local e várias rosas fantasmas se espalharam pelo local. Ele começou a treinar duro com as suas rosas fantasmas. Ele conseguia possuir até duas pessoas, normalmente. E com muito esforço até três. Os cavaleiros de bronze estavam muito felizes de poder ajudar o Cavaleiro de ouro. Duas semanas depois ele tinha dominado sua técnica. Com muito treino agora as rosas não possuíam, mas apenas o corpo, mas sim a mente do inimigo. Injetando seu perfume alucinógeno no cérebro do oponente.

My Phantom Rose, will posses your body end Soul


Nome: Phantom Rose (Rosa Fantasma)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha libera uma rajada de Flores Fantasmas contra o inimigo. Ela se torna intangível até entrar no corpo do inimigo. Ela entra como um simples botão de rosa e vai florescendo dentro do inimigo. Leva dois turnos para ela florescer. Quando ela floresce, o corpo do inimigo está sobre o controle de Alrisha. A Rosa Fantasma catalisa toda a água do corpo do inimigo se rendendo a vontade de Alrisha. São visíveis e tangíveis apenas no sétimo sentido.
Gasto: 45
Dano: 55
Resistência:50


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:39 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Dom Maio 06, 2012 3:51 pm

Treino Aceito
Vejo que continua mantendo a qualidade de seus treinos, parabéns, recebestes o domínio da técnica Rosa Fantasma, assim como três pontos.
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Sétimo Sentido! Contracorrente!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Dom Maio 06, 2012 5:10 pm

Seven Sense! Countercurrent!
Contracorrente


Em seus treinos Alrisha sempre se preocupava com três fatores de Equilíbrio. Ataque, Defesa e Contra-Ataque. Hoje ele treinava um ataque e uma defesa eficientes. A sua Fortaleza de Rosas Negras o defendia muito bem de ataques físicos. Mas Alrisha era um estrategista e ele sabia que existiam muitos guerreiros poderosos que usavam até mesmo técnicas de influência mental. Então ele criara uma técnica, uma nova barreira. Ele a chamava de Contra-Corrente. Alrisha estava em seu lugar favorito de treino. A baía de uma praia isolada abaixo dos rochedos do cabo Sunion. Ele preferiu fazer isso perto do mar ele tirou a Armadura de Peixes e adentrou o mar. Respirou fundo e mergulhou. Queria sentir o poder das ondas, a influência do mar. Queria entender todo o sistema ao seu redor. Depois de simular em seu próprio cosmo ele se concentra com o corpo totalmente submerso ele faz uma grande esfera de água o circundar. Ele se concentrou e a esfera de água o tirou do mar. Era simplesmente uma grande esfera de água que protegia. Ele começou a se concentrar e expandir seu cosmo ao máximo que poderia. Alrisha quebrava as barreiras do seu sexto sentido com mais facilidade. O tinha dominado o sexto sentido a pouco tempo seu constante treino o fazia querer mais. Ele fez a esfera ao seu redor ser a manifestação do seu cosmo. As águas em volta de Alrisha começaram a correr em várias direções. Como se fossem rios nervosos que protegiam algo especial. Alrisha sabia que aquilo não era um grande feito. No mar ele tinha uma grande quantidade de água a sua volta, e ele não precisava se concentrar tanto apenas usar o recurso ao seu redor. Mas ele tinha começar por baixo. Entender como a técnica deveria ser era o primeiro passo. Com um aceno fez a esfera de água se desfazer e Alrisha vai até a praia. Ele se seca com facilidade tirando toda a água que lhe molhava o corpo evaporar em uma névoa que ele devolveu ao mar. Voltando ao santuário ele passou as casas de seus amigos.
Chegando a Leão viu o Primeiro Cavaleiro a pisar no santuário. Era um prodígio apesar da pouca idade tinha um cosmo surpreendente. Alrisha sentia a imponência de um leão no Cavaleiro.
- O que faz tão longe de Peixes, Alrisha? - perguntou o jovem com um sorriso maroto no rosto. E um brilho em seus olhos. Uma retumbar de um trovão.
- Apenas treinava nos penhascos... Treinar perto do Mar me faz bem... - disse com um singelo sorriso.
- Sério? Quer treinar comigo? – disse ele.
- Bem, Loke. Eu estava precisando de um teste quanto a minha defesa. – disse aceitando sua ajuda.
- Quer dizer que é só eu atacar? Eu posso ajudar você nisso. - disse ele estalando seu cosmo de trovão.
Antes que Alrisha pudesse se concentrar, e antes de ele pensar como ia criar água o suficiente para me cobrir e criar a Contra-Corrente. Loke já me atacava com tudo.
- Vamos lá! Alrisha! Rugido do Leão! - disse ele atacando com um punho que virava um grande leão de energia.
Alrisha não conseguiria formar sua defesa e tentou desviar. Quase conseguiu. Ele estava ajoelhado e se levantou. Foi então que sentiu seu braço, estava quase inutilizável. Paralisado, doendo e ainda estalava a energia Magnética. Eu olhei para ele. Loke perguntou com um sorriso provocante se eu estava bem. Eu apenas acenei com a cabeça. Ele se aproximou e me ajudou a levantar. Marcamos mais treinos juntos. Foram semanas voltando para casa com pernas e braços dormentes.
Mais um treino estava em vigência. O sorriso de Loke depois de dias se tornava irritante. Tanta confiança em seus olhos. Ele me atacou Alrisha, estava com o braço mais uma vez machucado, com o braço bom saltou e sacou uma das suas rosas. E atacou!
- Rosas Piranhas!
As rosas foram contra Loke, que foi desviando de algumas delas. Algumas o arranharam, mas ele era muito rápido. Só saiu com alguns arranhões sem ferimentos graves.
- Muito bom Alrisha. O aquecimento foi ótimo. Espero que possamos começar para valer agora! Tente defender isso. Presas Relâmpagos!
Ele concentrou seu ataque nos punhos e atingiu o solo. As várias explosões começaram a acontecer, romperam do solo e foram direto contra Alrisha. Alrisha desta vez conseguiu verter o ar em água e conseguiu instaurar a defesa.
- Se é o que deseja! Contracorrente! – disse já podendo manifestar minha defesa depois de tanto tempo.
O ar lhe envolveu e se liquefez. Os fluxos das águas o defendiam dos sucessivos ataques. Loke aumentou sua energia e seu sétimo sentido explodiu. Alrisha sentiu sua barreira perder a força. O fluxo de água estremeceu, e ficou mais lento. Alrisha então viu que tinha que fazer mais. O Sexto sentido já não era o suficiente para Alrisha continuar como cavaleiro. E seu braço esquerdo estava doendo. Começou a sentir que o cosmo de Luke influenciava a barreira.
- Rugido do Leão! – Loke atacou sucessivamente.
Alrisha concentrou o máximo de cosmo que pode. O fluxo da Contracorrente começou a girar mais rápido. Alrisha gritou!
- O Sexto Sentido... Não é mais suficiente para proteger Atena! Vamos meu cosmo Exploda ao seu máximo! Contracorrente mostre sua força.
As águas se emanaram com seu cosmo e no ápice da sua vontade, ele atingiu o sétimo sentido. A Contracorrente repeliu o ataque de Luke contra ele mesmo. Alrisha estava exausto. E sua defesa se desfez ao seu desejo. Mas para precaução existia um fino fluxo em volta de si. Alrisha ainda exibia o poder do Sétimo sentido a sua volta. Loke estava sentado do outro lado do salão, molhado com um sorriso fazendo um sinal positivo.
- Muito bom! Peixes! Valeu pelo banho! - disse ele aparentemente com o braço esquerdo com o mesmo tipo de ferimento que ele tinha causado antes em Alrisha. - Mas não pense que vai me superar só com isso.
- Pode deixar Leão! - disse sorrindo para o amigo. Estava exausto também. Colocou a cabeça para trás pensando em sua nova técnica e habilidades.


Thanks Lion! My Seventh Sense Explodes!

Nome: Contracorrente (Countercurrent)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha cria uma névoa em volta de si e a liquefaz. Ele cria um escudo de água e cosmo a sua volta como uma esfera que está sempre em movimento. Uma defesa contra ataques psíquicos, Telecinéticos, e de explosão, ou clonagem. Alrisha no meio da Esfera fica protegido por causa da velocidade que água gira ao seu redor, refletindo qualquer ataque físico, psionico, extra-sensorial, magnético que aconteça a sua volta.
Gasto: 45
Defesa: 55


Sétimo Sentido: Sétimo sentido é o domínio total do "Cosmo". Quando um cavaleiro consegue dominar este cosmo por completo, isto quer dizer que ele alcançou o máximo do sétimo sentido. Desde os tempos mitológicos, apenas Cavaleiros de Ouro conseguiram dominar o máximo do sétimo sentido, sendo, assim, pessoas praticamente invencíveis. Mas, na verdade, se um Cavaleiro de Bronze ou Prata estiver muito determinado e encorajado, ele também poderá alcançar o sétimo sentido, mesmo sendo com muito mais dificuldade. O poder desse sentido é capaz de superar a perda dos outros seis.
Requisitos: Todos os Cavaleiros podem possuir o Sétimo Sentido, basta possuir 5 treinos concluídos e avaliados. Após possuir os cinco treinos, basta criar uma história de no mínimo vinte linhas, detalhando como o despertou.
Benefícios: Aumento de 20% em Cosmo e Força, desta forma, aumenta em 20% o dano de ataques. Também aumenta em 50% a velocidade do Cavaleiro e de seus golpes.


Última edição por Alrisha de Peixes em Seg Maio 07, 2012 12:53 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Dom Maio 06, 2012 5:38 pm

Treino Aceito
Sétimo Sentido e Contracorrente dominados. Três pontos pelo treinamento.
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Water Clon

Mensagem por Alrisha de Peixes em Qua Maio 09, 2012 2:03 am

Water Clon!
Clones de Água


Estávamos meio ao verão Grego, e chuvas fortes açoitavam o santuário. Alrisha treinava no coliseu. Não era difícil treinar com chuva. O problema era enxergar através do vento e da água. Alrisha criara um jardim de rosas. O coliseu já não parecia um local de lutas pareia um grande jardim de rosas. Havia rosas vermelhas espalhadas por todos os lados. Vinhas se estendiam nas pilastras nos acentos. Parecia uma grande bacia. Elas retiam a água e deixavam seus poderes bem mais aflorados. Ele correu entre a chuva e estava treinando os Espinhos de Cristal, eram milhões de vezes mais fácil quando já se tinha água por perto. Por que treinava em um Jardim de Rosas Diabólicas Reais? Bem, Alrisha queria aprimorar sua resistência ao veneno das rosas. Quanto mais meu cosmo crescia mais as rosas ficavam mais fortes. Assim com seus venenos. Ele tinha a necessidade de se aprimorar sempre, além de ser um dos cavaleiros de ouro, ele sabia que todos os outros eram bem mais fortes que ele. Alrisha queria ser digno assim com os outros. Além disso, havia muitos inimigos fora das localidades do santuário. Ele tinha que defender a Terra, defender a beleza, defender a bela Athena.
Alrisha não tinha muitos desafios, treinar sozinho era um pouco entediante. A chuva parou, e Alrisha se viu sozinho em um lugar que era o misto de uma grande piscina florida. Nenhum cavaleiro treinava com ele hoje. Então Alrisha decidiu fazer seu próprio Adversário. Teve uma idéia ousada. Ele sacou uma rosa e tirou-lhe uma semente. Ele concentrou seu cosmo até o sétimo sentido. Aquele pequeno grão tinha sido modificado. Alrisha o jogou no chão inundado. a pequena semente afundou brilhando. Alrisha emanou sue cosmo e se concentrou no que queria.
- Vamos lá.
Nesse momento a água começou a se agitar e ela se ergueu e tomou a forma de Afrodite. Só tinha a forma. Alrisha se aproximou do ícone de água. Era basicamente perfeito. Um clone de água do irmão de Alrisha. Alrisha o tocou e percebeu que era só água.
- Você parece com ele... Mas não é forte como ele. - disse Alrisha fazendo pouco caso. Ele se distanciou e jogou Rosas Negras para destruir o clone.
Uma rajada de rosa passou pelo clone estourando e tranformando-o em água que voltava ao solo. Alrisha já ia embora quando Alrisha escutou um barulho estranho. Ele olhou para trás e viu que o Clone feito de água estava lá parado. Alrisha se aproximou dele e com uma seqüência de chutes e socos o destruiu. Poucos minutos depois o clone surgia de novo. Alrisha não entendia, até que olhou direito e viu a semente da rosa ali dentro do clone brilhando com resquícios do seu cosmo dourado. Alrisha fez um espinho de cristal, e atirou contra o clone.
- Defenda-se, Afrodite!
O Espinho de Cristal cortou o ar ia contra o Clone. Mas algo inesperado aconteceu. A semente dentro do clone brilhou e o clone fez exatamente o que Alrisha mandara; ele se defendeu. O clone de água sacou sua própria rosa de água. O espinho de cristal parou antes de tocá-lo.
- Não pode ser.
Alrisha estava perplexo, aumentou mais uma vez seu cosmo ao Sétimo sentido. E a Semente dentro do Clone brilhou mais forte, e agora não havia um Afrodite feito de água. Alias, era um clone de água, mas agora ele era perfeito. Era igual aparentemente em textura e cores. Era Afrodite trajando o mesmo tipo de roupa que Alrisha se lembrava do irmão a rosa em sua mão era negra e pingava água. Alrisha não agüentou aquilo, lembrar do seu irmão era doloroso. Alrisha olhou para o Clone que viu o inimigo olhando para trás. Até que virou água mais uma vez, se desmanchou e voltou a piscina de água e rosas.
Alrisha voltara para a Décima segunda casa. Ficou pensando naquele coliseu com um ser de água que era igual ao irmão. E que sabia suas técnicas. Alrisha estava nervoso e mal pode dormir. E então pensou como a técnica lhe fora traiçoeira. Atacou seu coração pior do que qualquer Rosa Sangrenta. Então a noite inteira ele concentrou-se e tentou pensar em meios de destruir o clone de seu irmão.
Os dias seguintes foram de árduo treino. E o clone parecia acompanhar seus avanços. Ele se alimentava do Cosmo de Alrisha e ele sabia disso. Alrisha ainda estava no Coliseu modificado pelo Lago-Jardim de Rosas agora era protegido por um Clone do antigo Cavaleiro Afrodite de Peixes. Alrisha saltou ali no meio do lago e atacou com a Rosa Fantasma. Iria controlar o clone e desfazê-lo. Esse era seu plano, mas quando ele arremessou suas rosas fantasmas elas simplesmente se dissolveram por que o clone parecia saber. Alrisha o viu criar uma rosa parecida com a de Alrisha. Então, o clone sacou rosas negras e atacou Alrisha. Alrisha se defendeu com a Contracorrente, e antes de ele ser envolvido pelas águas turbulentas de sua defesa ele viu a semente dentro de seu clone brilhar. Foi então que o cavaleiro de Peixes percebeu. Suas sementes, suas rosas eram extensões dele. Afrodite, seu irmão era uma lembrança que o perturbava. Tomar o lugar de seu irmão era uma responsabilidade grande. Aquilo o assombrava, aquele clone era aquilo, seus medos e inseguranças aliados com seus poderes. Alrisha saiu da sua defesa.
- Eu já entendi. Eu sei o que você é não vai me derrotar. Com nada!
Alrisha elevou seu cosmo até o Sétimo sentido e fez o Jardim de rosas sumir, todas as rosas se desfizeram, mas o lago de água continuava lá. A água batia em seus tornozelos. O clone de água ia atacar de novo. E Alrisha sabia disso quase sentiu e previu o que ia acontecer. Alrisha tinha mais quatro sementes na mão. Uma em cada vão entre seus dedos. Ele as jogou na água e emanou seu cosmo.
- Clones de Água!
Quatro outros clones surgiram, mas eles eram todos Alrisha. Um pequeno Alrisha, um adolescente, outro com uma antiga armadura de treinamento, e o último como ele mesmo com Armadura de Ouro.
- Se eu tenho que te derrotar... Se eu tenho que derrotar meu passado para criar um futuro, assim eu farei.
Alrisha evocou os quatro Clones e eles atacaram o Clone de Afrodite. Eles tinham forças iguais, mas os quatro eram melhores do que um. Alrisha percebeu que o Clone de Afrodite não os atacava apenas se defendia. Foram socos e chutes, rosas de água. Alrisha lembrou que tinha sido ele a dar aquela ordem, e quando o atacou é por que ele também tinha mandado. Alrisha desfez os outros clones. Aproximou-se e viu as cores de seu clone desaparecer no lugar aonde deveria ser o coração ele viu a semente tremeluzir ali com o restinho de cosmo. Afrodite, o clone o olhou. Alrisha entendeu.
- Obrigado. Muito obrigado.
Alrisha colocou a mão ali e tirou à pequena semente, a imagem de Afrodite virou água, apenas água e desabou. Alrisha levantou o rosto e olhou o céu. E sorriu.
- Obrigado meu irmão, agora... Deixe comigo.
Alrisha saiu dali entendendo que seu dever agora era ser o cavaleiro de Peixes. Ele então quis fazer mais uma homenagem. Sacou dez sementes e as jogou em volta.
- Vamos agora Cavaleiros! Clones de Água!
Dez formas humanóides surgiram. Lugonis, Albafica, Cardinale e outros cavaleiros de Peixe do passado. Eu fiz um movimento e saquei uma rosa vermelha todos seguiram o mesmo movimento. E jogaram rosas ao vento. Alrisha se sentou ali. E ficou admirando a beleza da lua. Mas depois de um tempo preferi ficar sozinho. Levantou-se e com um pensamento destruí as sementes e os clones foram sumindo. Alrisha voltou à casa de peixes. Seu devido lugar.

Roses, remembrances, water and some Clons





Nome: Clones de Água (Water Clon)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha evoca seu cosmo e transforma água ou qualquer umidade ao seu redor em cópias clones de qualquer coisa. Mas não são formadas apenas por água. Em sua composição existe escondido em um núcleo uma pequena semente que recebe as ordens de Alrisha. É a única fraqueza dos Clones, eles só são efetivamente destruídos se essa pequena semente for localizada e destruída, do contrário eles se refazem para fazer o que lhes foi ordenado. A semente que lhes controla é visível a curta distância.
05 Clones: Gasto: 35/ Ataque: 40 / Resistência: 45
10 Clones: Gasto: 45/ Ataque: 45 / Resistência: 55
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Qua Maio 09, 2012 12:51 pm

Treino Aceito
Domínio da técnica conquistado, mais um texto excelente, lhe darei 2 pontos desta vez por alguns erros acidentais, percebi que as vezes você esqueceu uma letra de um verbo, criando primeira pessoa, sendo que seu texto era em terceira. Não farei isso para desprezar o seu texto, e sim para você aprimorar ainda mais suas habilidades de escrita.

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Arayashiki - Rosas Estígias!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Dom Maio 13, 2012 12:38 am

Arayashiki – Styx Rose
Rosa Estígia


Alrisha estava se concentrando. Tinha evoluído muito desde que chegara ao Santuário. Nenhum fantasma o assombrava agora. Definitivamente, ele era o Cavaleiro de Ouro de Peixes, e tinha orgulho disso. Alrisha acumulou seu cosmo. Rapidamente elevou-se até o sexto sentido, chegou ao sétimo sentido pleno. Não era difícil. Sentia o cosmo dentro dele, não a energia. Ele sentia o universo em expansão dentro de si. Ele era parte do universo. Alrisha abriu os olhos e viu que as rosas da casa de Peixes estavam florescendo mais belas. Elevar-se deixava as rosas mais belas e resistentes, mais fortes e mortais.
Alrisha tinha orgulho de si agora, As Três rosas de Afrodite estavam dominadas. Rosas Diabólicas Reais, Rosas Piranhas, Rosas Sangrentas. E parte de sua criação envolvia a Rosa Fantasma. Ainda não era muito, havia criado apenas uma rosa. Alrisha decidiu criar mais duas rosas. Duas rosas que tivessem sua assinatura. Alrisha havia criado outras técnicas, mas as Rosas eram uma característica dos Cavaleiros de Peixes. Alrisha começara a criar o núcleo de sua rosa a partir de uma semente assim como fazia com as outras.
No meio de seu treinamento com seu cosmo, Alrisha sentiu uma elevação de cosmo muito grande. Sentiu que os cosmos vinham de algumas casas abaixo. Alrisha sentiu uma precipitação de cosmo, algo que não deveria existir. Alrisha rapidamente desce as casas do Santuário. Chegou ao começo do Santuário. Alrisha sabia que as duas primeiras casas estavam desocupadas, Raadam de Áries tinha voltado ao Tibet para realizar uma missão. E o Cavaleiro de Touro não existia. Ele sabia que estava deixando seu posto, mas ele tinha que defender a casa de seu amigo. Defender o Santuário. Chegando a Casa de Áries, Alrisha se depara com um grupo de inimigos: Espectros de Hades.
A luta começa, e apesar de estar em desvantagem numérica ele não era subjugado pelas técnicas dos inimigos. Rosas Diabólicas Reais tinha matado alguns deles, Rosas Piranhas destruído várias sápuris. E as Rosas Sangrentas rapidamente saltavam contra o coração dos inimigos. Dois espectros se revelam. Vestia o mesmo tipo de armadura que os espectros, mas pareciam como na ultima guerra contra Hades. Por um minuto pensou que fossem, Máscara da Morte, o Antigo Cavaleiro de Câncer e seu próprio irmão, mas eles eram muito diferentes. Eram Cardinale de Peixes um cavaleiro traidor que tinha traído Athena antes mesmo dela nascer, e o outro era Deathtoll, um Cavaleiro da Mesma época de Cardinale.
- O que faz aqui, Cavaleiro de Peixes? Deveríamos nos encontrar daqui alguns minutos. – disse Deathtoll.
- Deathtoll ele quer antecipar nosso encontro florido. Um Cavaleiro de Peixes na casa de Áries. É a decadência do Santuário. Apresse-se Deathtoll, o mestre quer a cabeça de Athena antes da noite cair. Encontro-te daqui alguns minutos, isso não vai demorar tanto. – disse Cardinale analisando uma rosa sangrenta que já estava vermelha no peito de um espectro morto.
- Deixo você brincar com essa criança. Espero que tenha algo para mim aqui. – disse Deathtoll rindo e passando por Alrisha.
Alrisha ia impedi-lo, mas Cardinale lançou-lhe várias rosas. Pensou rápido sabia que a Casa de Gêmeos, Luka ia retardá-lo. O importante era limpar a honra dos cavaleiros de Peixes, manchada há tanto tempo. A luta entre os dois cavaleiros seguiu e entre as rosas, socos e chutes. Técnicas na velocidade da luz. A luta parecia equilibrada, Cardinale então o ataca com as rosas sangrentas. Alrisha se defende com a Contracorrente. Cardinale nunca tinha visto aquela técnica. Alrisha logo transformou a água em sua volta e atacou com uma tempestade de Espinhos de Cristal. Cardinale foi destruído.
- Ah, Cavaleiro idiota. Deathtoll não precisa passar por todas as casas. Gêmeos não será nada. Deathtoll pode abrir um portal do Yomotsu direto na Casa de Câncer devido à localização da Constelação de Presépio. A casa de Câncer é por onde a invasão vai começar. – Cardinale caiu morto no chão, virando fuligem.
Alrisha ia correndo atrás de Deathtoll, mas então sentiu uma dor no peito. Uma rosa branca se encontrava ali. Alrisha de desequilibrou e caiu. A partir de agora ele tinha que aceitar a morte. A guerra santa mal havia começado e ele já iria cair derrotado. Mas ele não ia se dar por derrotado. Levantou e deu um toque na rosa branca. Com seus poderes e cosmo desesperados ele conseguiu converter a rosa em uma semente. E a tirou de seu peito. Mas o problema, é que ele já tinha perdido muito sangue e estava com o coração fisicamente ferido.
Alrisha passou por Touro e com a ajuda de Luka passaria por Gêmeos. Quando chegou a Gêmeos Luka, o amparou.
- Alrisha, você foi ferido. O que aconteceu? – perguntou Luka.
- Luka. Ajude-me a chegar a Câncer. Kastiel não está no Santuário. E tem um inimigo indo para lá. Ele vai abrir as portas do Yomotsu.
- Vou com você! – disse o Cavaleiro de Gêmeos.
Alrisha e Luka correm até a Casa de Câncer. Nesse momento Deathtoll estava indo para Leão com alguns de seus aliados Espectros. Luka e Alrisha aparecem e o antigo cavaleiro de Câncer o ataca. Alrisha pede que Luka corra atrás dos outros. Luka se preocupa com Alrisha, mas entende o amigo. Luka segue os outros pelas escadas até Leão.
Deathtoll ri quando vê Alrisha ferido.
- É moleque das rosas, vejo que Cardinale conseguiu lhe ferir seriamente. Já está perto da entrada da morte. Mas talvez seja melhor eu mandá-lo lá.
- Acho que não... – disse Kastiel de Câncer se aproximando. – Alrisha não vou impedir você de lutar com esse verme. Vou alertar o resto do Santuário. Nem todos nós estamos aqui hoje. Só uma coisa, não desonre minha casa! Ah, e não se esqueça que está mais perto da morte daqui. Mas um rio pode reverter seu curso.
Kastiel sai dali, descendo as escadarias do Santuário. Alrisha sentiu seu coração palpitar. Deathtoll olhou para Alrisha incrédulo.
- Realmente, Cavaleiro de Peixes está mais perto da Morte! E eu vou lhe empurrar para ela.
Deathtoll atacou com na sua velocidade da luz, Alrisha se defendeu igualmente na velocidade da luz. Alrisha sacou com suas rosas vermelhas, rosas negras e seus espinhos de cristal, mas Deathtoll era rápido e muito habilidoso, mas suas investidas também não eram tão eficazes. Alrisha sacou sua rosa branca, e Deathtoll usou suas “Ondas do Inferno”.
O poder do sétimo sentido de Deathtoll tomou a casa de Câncer. Alrisha usou sua defesa da Contracorrente, mas foi envolvido pelas trevas nefastas e foi sendo sugado para o mundo dos mortos. Alrisha mantinha sua defesa, tinha que queimar seu cosmo máximo além do Sétimo sentido se possível, sua defesa não ia agüentar muito tempo. E então ele clamou Athena ainda segurando sua rosa branca. O cosmo dele explodiu, e Deathtoll sentiu o cosmo evanescer aos poucos.
Alrisha acordou no Mundo dos Mortos. Não estava no Yomotsu, ele estava caído em algum lugar do mundo dos Mortos, os domínios de Hades. Sentiu por um minuto, sua alma quase começou a repartir e desaparecer naquele mundo. Alrisha concentrou seu cosmo. Estava no limiar do que ele podia. Então Deathtoll apareceu.
- Como consegue se manter vivo? Não poderia estar vivo aqui no Reino de Hades! – disse o Antigo Cavaleiro Traidor.
- Athena me mantém vivo. Essa Rosa me mantém vivo. Nós, os Cavaleiros de Ouro somos abençoados por Athena. Nossas técnicas têm benção do cosmo mais terno e gentil que existe. E, além disso – disse Alrisha sorrindo e respirando ofegante.
- Além disso, nada. Morra! –disse Deathtoll derrubando Alrisha com um grande e poderoso soco.
Alrisha foi impulsionado para trás e caiu em um rio. E não se ergueu.
- Vocês cavaleiros de Ouro falam de mais. Afogue-se no desespero do Rio Estige, o rio do insuperável ódio. Seu amor de Athena não chega aqui.
O cosmo de Alrisha quase se findava. Viu as lembranças de sua mente saíram de seu corpo: seu irmão, seu treinamento, seus amigos, sua nomeação como cavaleiro de ouro. A beleza de uma rosa que desarrochava, e rapidamente murchava padecendo no ódio.
- Não posso deixar... Athena. – disse Alrisha quase desistindo, mas não desistiu.
Deathtoll sorriu e se virou manifestando seu cosmo já quase indo embora. Então o cosmo que quase prendeu Alrisha ao mundo dos vivos explodiu como uma supernova no mundo dos Mortos. Arayashiki. Alrisha se levantou do rio e uma aura dourada iluminava a escuridão.
- O rio do ódio não faz efeito em Cavaleiro de Athena. Em um cavaleiro da Esperança. – Alrisha que segurava sua rosa branca concentrou o poder da água do rio. Rapidamente sua Rosa Sangrenta mudou. Ganhou uma coloração púrpura. – Essa Rosa foi feita para você traidor. Sinta o ódio de um defensor da esperança! Rosa Estígia.
A rosa cortou o ar e atingiu o peito dele. Deathtoll parou de se mover e caiu tendo alucinações. Alrisha sentia seu cosmo fluido. E pensou em Kastiel. O amigo logo apareceu. Kastiel apareceu em uma forma fantasma ao seu lado.
- Parabéns Alrisha. Agora vamos, não estamos em nosso terreno. – Kastiel segurou o amigo e sumiu.
Deathtoll ainda tinha alucinações, ele gemia e rastejava. Até que caiu no rio Estige que o consumiu com o próprio ódio. Alrisha estava cansado. Kastiel o ajudou a se restabelecer.
- Temos que ajudar os outros. – disse Alrisha não se agüentando depois de ter despertado o Arayashiki.
- Fique despreocupado Peixes. Loke em Leão conseguiu fulminar a maioria dos inimigos. Luka de Gêmeos emboscou a maioria entre Câncer e Leão. Raadam e Thorio chegaram bem a tempo de defender Rodorio. Fuzile conseguiu exterminar um grande contingente que já estava espalhado pelas zonas do Santuário. Os outros estão chegando. Você não é o único Peixes. Não se esqueça! Agora descanse Peixes que quero me divertir também. – ele já se preparava para ir embora. – Por falar nisso, belas rosas. – disse ele rindo e saindo dali.
Alrisha viu uma pequena videira enrolada em seu braço com várias rosas púrpuras.
- Não é ódio... É apenas justiça. – disse Alrisha sentindo seu corpo formigar ao sentir todo os oitavo sentindo se abrindo.

Arayashiki




Nome: Rosa Estígia (Styx Rose)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha cria com o poder do Araiyashiki rosas púrpura, chamada de Rosa Estígia. Sua seu nome vem da formação do Rio Estíge no mundo dos Mortos. Conhecido como o Rio do Ódio. Essa única Rosa ataca e ao atingí-lo. Cai em uma armadilha alucinógena. O cérebro do inimigo é levado a acreditar que está se afogando no Rio Estige, e devorado por mortos do rio.
Dano: -15 a Cada Rodada.
Gasto: 55
Duração: 4 rodadas.


Oitavo Sentido: O oitavo sentido é a habilidade que permite aos Cavaleiros irem até o Meikai (Mundo dos Mortos) e voltarem sem morrer. Assim como o sétimo sentido, é necessário um bomestado de espírito para despertá-lo. Os Espectros de Hades não o possuem, apesar de irem e voltarem do Mundo dos Mortos facilmente graçasà proteção que possuem por jurar lealdade a Hades.

Requisitos: Todos os Cavaleiros podem possuir o Oitavo Sentido, basta possuir 10 treinosconcluídos e avaliados. Após possuir os dez treinos, basta criar uma história de no mínimo vinte e cinco linhas, detalhando como despertou.
Benefícios: Aumento de 50% em Energia, considerando sua Energia atual, em troca de 30% do seu Cosmo atual. Também pérmite atravesssar livremente o Mundo dos Mortos.

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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Convidado em Dom Maio 13, 2012 1:17 am

Resultado do treinamento:

Avaliação: Ótimo
Recompensa: 3 pontos
Comentários: Um treino incrível, sua criatividade é impressionante.

Conseguiu despertar o Oitavo Sentido e dominar a técnica Rosa Estígia.

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Bruma de Rosas!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Ter Maio 15, 2012 1:50 am




Bruma Rose
Bruma de Rosas


O tempo esfriava na Grécia. Alrisha não conseguia dormir bem. Acordou e se pós a alimentar seu Jardim de Rosas. Alrisha fazia isso sempre que podia. Ia até a escadaria que ia de Peixes a Sala do Grande mestre, uma vez no meio das rosas as alimentava com seu cosmo. Seu cosmo era crescente, e cada vez mais forte. Quando acabou de alimentar suas rosas, as admirou. O sol nascia ao horizonte, os seus raios dourados bateram nas rosas e Alrisha viu algo que lhe chamou atenção.
A noite orvalhava suas rosas com a queda brusca de temperatura, não matando suas rosas. Ele pegou uma das rosas e analisou. A água da noite fazia as rosas mais saudáveis. Quando a luz atingiu um terço de todo o jardim. Ele viu uma sinuosa névoa se espalhar. o calor batia nas rosas fazia evaporar o orvalho, criando uma névoa no amanhecer. Alrisha se sentou e ajudou o processo. Emanou seu cosmo quente e concentrando em seu elemento fez a água mudar de forma de Líquido para Gasoso. A Evaporação foi bem sucedida, depois de tanto tempo treinando com a água ele sabia manipular as transformações de seu elemento.
A névoa se ergueu se espalhando completamente pelo local. Alrisha então começou a estudar sua visibilidade ali no meio do Campo de Rosas. Um inimigo ordinário seria atacado pelas rosas antes de pensar em atacar, um inimigo regular também, mas sentiria o cosmo dele, antes de entrar no jardim de Rosas, o que seria um problema. E um inimigo bom a névoa seria nada.
Alrisha tinha que pensar em um jeito de transformar aquela névoa em algo que ele pudesse aproveitar. Não era algo para combate, nem para uma defesa física. Mas algo para conseguir tempo. Ele concentrou-se um pouco mais tirando mais umidade da atmosfera e tornou a névoa mais espessa. Mas aquilo continuaria sendo apenas uma brincadeira para um cavaleiro ou inimigo bem treinado. Foi então que ele pegou uma das suas rosas e se ergueu dali. Ele poderia condensar aquela névoa com o veneno de sua rosa. Mas pensou que aquilo seria inútil uma vez que suas rosas já espalham o perfume perfeitamente. Então ele se concentrou um até o Sexto sentido modificando aquela única rosa. Retirando por função nuclear o perfume mortal da rosa. Era uma Rosa Vermelha modificada sem veneno.
Para ter certeza que ele poderia criar a névoa em qualquer área. Alrisha entra na casa de Peixes. Concentra meu cosmo e capturando a umidade atmosférica mais uma vez. Uma nuvem densa de névoa se forma ao redor da sua mão esquerda. Alrisha ainda tinha sua rosa vermelha na mão direita. Então se concentrou mais uma vez. E fechou a mão esquerda na rosa a destroçando. A névoa ganhou a coloração vermelha. Tentou espalhar aquela essência perfumada, mas logo ela se dissipou.
Alrisha elevou ainda mais seu cosmo Sexto para o Sétimo sentido. Sacou mais uma rosa diabólica real, e repetiu o processo de decantação do veneno. Ele sacou a rosa e a jogou no chão.
- Encomenda de rosas. – gritou ele.
A rosa bateu no chão e foi desabrochando várias outras, até criar um grande jardim de rosas vermelhas dentro da casa de Peixes. Alrisha olhou sua criação e toda a casa estava perfumada com um perfume doce e inebriante. Não era tão forte quanto a Rosa Estígia ou mesmo a Rosa diabólica real. Mas tinha um efeito de retardar seus pensamentos. Alrisha voltou a se concentrar para espantar sua fraqueza. Elevou-se até o Oitavo sentido.
Dessa forma as rosas do campo eram perceptíveis como extensões de seu corpo. Ele não precisava mais tocar suas rosas para atingir seu núcleo. Alrisha se concentrou nas rosas, e quando começou o processo de separar a umidade das rosas, ele se concentrou nas pétalas e pólen. Concentrou-se nas pétalas e como sua formação também era formada por água. Além da Evaporação da água externa, Alrisha se focou na Sublimação, o Estado sólido para gasoso. Tudo que a química e seu cosmo lhe permitiam. Ele criou uma densa névoa avermelhada com forte perfume que retardava as ações.
Não conseguia ver um palmo na minha frente. A Pandora da Armadura de Peixes estava por ali perto do Pedestal na Sala principal da Casa. Tentei me localizar e também a urna. Mas não conseguia de jeito nenhum. Então se concentrou ainda mais por que se as rosas eram uma derivação de seu poder a névoa feita delas também deveria ser.
Foram dias árduos de treinamento apenas para conseguir se acostumar com a Neblina de rosas. Uma neblina densa e perfumada. Não era uma neblina e nem um nevoeiro era uma bruma. Depois de conseguir a habilidade de se mover e camuflar na sua bruma. Alrisha tinha que dar mais Facilidade no processo de formação da bruma. Não poderia ficar sempre dependendo da modificação da rosa diabólica real, nem da Encomenda de Rosas para ampliar o poder e a densidade da bruma. Ele queria ser capaz de criar a bruma.
Alrisha todos os dias ia aos rochedos do Cabo Sunion. Escutar o mar batendo nos rochedos, sentir o cheiro do mar e os ventos. Em uma manhã ele analisava como a bruma da manhã se espalhava na praia. Ele conseguiu a inspiração necessária. O meio-dia grego era o que ele precisava para testar suas habilidades. Ele começou a o treino no meio do Anfiteatro, ele pedira um soldado que escondesse a Pandora da Armadura de Peixes. Assim que o soldado o fez ele ergueu uma rosa vermelha e concentrou toda a umidade em volta, ele concentrou sua rosa espalhando várias delas. Várias tentativas falhas. E o seu cosmo não ia desistir.
Então, depois de alguns dias, ele destroçou algumas rosas com as duas mãos, vaporizou a umidade do ar e concentrou ao redor nelas. E por fim expandiu seu cosmo ao máximo.
- Bruma de Rosas! – disse Alrisha
Um grande nevoeiro cobriu o anfiteatro ocultando tudo. Depois, Alrisha concentrou mais um pouco de Cosmo.
- Clones de Água. – disse espalhando cinco clones dele mesmo. – Me impeçam de chegar a Urna da Armadura de Peixes. Impeçam-me com o melhor o que podem fazer.
Os olhos dos Clones Alrisha brilharam e sumiram na névoa.
Foi meio difícil se concentrar para se localizar ali no Anfiteatro. Depois de alguns passos, um clone aparecia e o atacava, e logo corria e se misturava ao nevoeiro. Alrisha quase não saia do lugar. A noite chegou e a luminosidade do dia evanesceu. O nevoeiro parecia ainda mais escuro e denso. O perfume me retardava, mas os clones estavam em perfeito estado e nunca se cansavam. A luta continuou durante a noite. E Alrisha estava cansado e machucado. Os clones sempre atacavam com os Espinhos de Cristal. E Alrisha teve que admitir que era uma técnica realmente melhor do que ele tinha pensado. Fora atingido no braço e sua mão tinha um cristal de gelo atravessado nela. Alrisha então a liquefez e se pôs de pé. Os clones voltaram a atacar. E Alrisha continuou a lutar, ele tinha que destruir os clones, mas ver através da névoa era difícil, mais difícil era localizar uma pequena semente dentro deles. Mas o Arayashiki explodiu o cosmo. E transformou parte da Névoa em Espinhos de Cristal vermelho e atacou para todos os lados. Correu na velocidade da luz para aonde seu coração mandava. Alrisha achou sua Armadura. E fez sua névoa sumir.
Alrisha viu seus cinco clones perto em poses de ataque com os espinhos de cristal atravessados em seus corpos. Aparentemente tinham acertado seus pontos vitais, as sementes. Alrisha desabou cansado. Mas feliz por ter passado por mais um difícil treinamento.

Bruma Rose!

Nome: Bruma de Rosas (Bruma Rose)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha cria uma névoa de perfume, pétalas e rosas escondendo o cavaleiro de Peixes de qualquer inimigo. Para ser achar o Cavaleiro de Peixes é preciso localizá-lo, destruindo da bruma de Rosas.
Gasto: 30
Resistência: 40
Duração: 3 Turnos
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Coroação da Rosa Fúnebre

Mensagem por Alrisha de Peixes em Ter Maio 15, 2012 3:20 am

Crowning Funeral Rose!
Coroação da Rosa Fúnebre!


Alrisha estudava suas rosas. Com a Rosa vermelha ele conseguiu criar a Bruma de Rosas. Com a Rosa Piranha ele conseguiu a Fortaleza da Rosa Negra. Então ele estudava as suas outras rosas: Rosa Sangrenta, Rosa Estígia e a Rosa Fantasma. Dentre as três a Rosa Fantasma era a mais difícil de manusear. Ela só era tangível em um certo e único ponto de elevação ao cosmo. Então Alrisha se concentrou em treinar com ela.
Sua técnica com a Rosa Fantasma lhe permitia dominar o inimigo. Era uma rosa de contenção. Mas será que ela poderia ser uma rosa de Ataque efetivo? Alrisha não deixou de treinar com ela. Até que percebeu uma coisa, que era diferente de todas as rosas. Ele se concentrou e chegou ao Oitavo Sentido. A Rosa se tornou totalmente tangível, tinha uma cor azul-fantasma, em um tom perolado meio acetinado. Exibia um brilho intenso e fúnebre.
- Diferente das outras rosas, essa rosa tem sua haste negra, seus espinhos parecem retraídos, como se fossem uma armadilha. – disse Alrisha que analisava cautelosamente.
Alrisha a tocou e a armadilha se armou imediatamente. Os espinhos arranharam e agarraram Alrisha rapidamente. Sentiu sua mente ficar turva e seu corpo mole. Parecia que ela ia possuí-lo, mas ela não o fez. A rosa se transformou em uma armadilha se envolvendo em todo o corpo de Alrisha. O prendendo, roçando os espinhos em volta dele. Os espinhos rasgavam e arranhavam sua pele. Uma coroa de rosas apareceu em sua cabeça. Ele escutava e sentia a morte se aproximando. E quanto mais se debatia, mas as vinhas de espinhos negros se apertavam contra seu corpo. Alrisha tentou gritar, mas sua voz sumiu. A cabeça coroada pesou e ele não pensava mais. Ou quase. Em quase desespero, em um desespero profundo ele explodiu seu Arayashiki e criou rosas negras. E as Rosas Piranhas conseguiram destruir a armadilha retalhando as videiras e os espinhos. Mas a coroa de rosas fazia mais e mais videiras, antes que se espalhassem Alrisha destruiu a coroa de Rosas com mais uma Rosa Piranha.
Alrisha sentou-se no chão estava ofegante, e beijou a bela rosa negra. - Sempre salva minha pele. Os machucados eram visíveis. Em poucos menos de um minuto, Alrisha tinha sido coroado com sua rosa e atacado mortalmente. A Rosa Fantasma lhe mostrou o que sabia fazer. Alrisha agora tinha que treinar com ela. Como torná-la tangível sem que ela armasse em sua mão? Alrisha não queria colocar nenhum dos seus companheiros usuais de treino em perigo. E aparentemente os Clones de água se desfaziam quando a coroação lhes prendia.
Alrisha continuou o treinamento, e muitas vezes as Rosas Piranhas lhe foram as suas heroínas, a cada dia com as rosas fantasmas, mais Alrisha gostava das rosas piranhas. Depois de uma semana de treino. As marcas dos espinhos demoravam cada vez mais para cicatrizar. Com o avanço de seu treino, a Coroação ficava cada vez mais resistente e mortal.
O vento passa pelo rosto ensangüentado de Alrisha levando seus cabelos no sentido do vento. A marca da coroa de fores com seus espinhos estava ali, ferida e sangrando ainda. Alrisha sacou à rosa fantasma e quando foi atirá-la ela se armou como antes. O treinamento seguiu-se. E Alrisha quase desistiu então ele se lembrou de como tinha criado a rosa fantasma.
Uma rosa do ramalhete que ele fizera para pousar na lápide do irmão se transformara da Rosa Fantasma ao atingir o Solo do Santuário. Alrisha interpretara aquilo como um presente do seu irmão. Tinha ido visitar seu tumulo para pedir absolvição por Athena. Então Alrisha se indagou se realmente há uma absolvição. Não entendeu como aquela rosa em especial teimava em atacar seu criador. Mas por um minuto percebeu que ela tinha sido um presente não era uma das suas criações. Alrisha limpou o sangue do rosto e o ergueu se levantou com dificuldade.
- Assim como a Rosa Sangrenta...
Alrisha também se lembrou que para dominar a rosa sangrenta ele precisou derramar seu próprio sangue. Ela não o aceitava.
- Eu sou o Cavaleiro de Peixes! Eu sou aquele que domina as Rosas... Todas as rosas. Você rosa fantasma aceite isso ou não. Não tenho mais fantasmas no meu passado. Eu sou um cavaleiro de ouro. Evolui meu cosmo ao máximo, superando até mesmo meu irmão. Por isso vou continuar tentando. - disse com determinação. – Você me coroou várias vezes com suas rosas... Já sou rei de todas elas. COROAÇÃO DA ROSA FUNEBRE!
Seu cosmo se elevou e a rosa fantasma mesmo tangível não lhe atacou. Alrisha atirou-a contra uma rocha. A rocha foi coberta pelas videiras e pela coroa de rosas e foi destruída.
Alrisha sorriu, mas já tinha perdido muito sangue e seus ferimentos não ajudaram. Caiu no chão, e uma coroa de rosas se formou em volta de sua cabeça. Mas sem espinhos... Acordou alguns dias depois. Loke, o Cavaleiro de Ouro de leão tinha lhe encontrado e o levado para tratar dos ferimentos. Alrisha acordou na Casa de Peixes.
- Você não se cansa não é mesmo? – disse Loke sentando perto dele.
Alrisha abriu os olhos. E tentou se levantar, mas seu corpo quis continuar deitado.
- Obrigado.
- Observei seu treino. Alias vi a surra que aquela suas rosas estavam lhe dando. Mas não pude impedir, sabe por quê? – Loke sorriu. – Por que confio em você. E conheço essa sua vontade se superar as expectativas. Não somos muito diferentes. E percebi que existe um leão em você também. Você é realmente um Cavaleiro de Ouro Alrisha... Não se rende nem na maior das adversidades.
- Outra característica sua?
- Exatamente. Agora durma. O treino da sua técnica maluca quase realmente foi seu funeral. E não se esqueça ainda vamos lutar um dia. – disse sorrindo e saindo dali.
Alrisha fez uma rosa Fantasma aparecer na sua mão. E olhando para ela sorriu.

Coroação do Príncipe das Rosas Mortais


Nome: Coroação da Rosa Fúnebre! (Crowning Funeral Rose)
Elemento: Água
Descrição: Alrisha joga a Rosa Fantasma contra o inimigo em sua segunda forma: Forma Tangível, ou seja, destrutível. No momento em que a Rosa agora tangível toca o corpo do inimigo ela cria videiras e espinhos negros que envolvem e vão sufocando, e espremendo o inimigo com os espinhos. Para sair da Armadilha o inimigo tem que reduzir o cosmo abaixo de Sétimo, e do sexto sentido. E destruir as videiras com algum tipo de ataque.
Gasto: 45
Resistência: 55
Dano: 55


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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Convidado em Ter Maio 15, 2012 10:39 pm

Resultado do treinamento:

Avaliação: Ótimo
Recompensa: 6 pontos
Comentários: Belíssimos treinos, continue assim.

Dominou a técnica Bruma de Rosas e a técnica Coroação da Rosa Fúnebre.

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ATHENA EXCLAMATION!!

Mensagem por Alrisha de Peixes em Dom Maio 20, 2012 3:17 pm

ATHENA EXCLAMATION!


O dia estava mais frio, Alrisha observou o Santuário do alto das Doze casas. Ele sentia que alguns Cavaleiros estivessem perdendo sua confiança. Mas, outros cavaleiros chegavam e isso era uma esperança renovada. Alrisha virou-se para a casa de Peixes. E espalhou seu cosmo pelo templo e as rosas foram se espalhando: Rosas Vermelhas.
As defesas do Santuário deveriam ser renovadas, caso ocorresse um ataque das tropas inimigas. Alrisha estava elevando seu cosmo. Não era um Cavaleiro completo sem o poder máximo. Ele era o responsável pela ultima defesa... A décima segunda Casa. Seu coração espremeu no peito. Estava preocupado.

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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Loke de Leão em Dom Maio 20, 2012 3:23 pm

- Já estou chegando Alrisha de Peixes.
Dizia Loke enquanto caminhava até o final da casa de Leão. O tempo se passava e a caminhada de Loke continuava, estava se dirigindo até a Casa de Peixes, onde se reuniria com seu amigo e com um outro Cavaleiro de Ouro que ainda não conhecia, era o novo Cavaleiro de Sagitário.
- Parece que eles já preencheram a vaga deixada pelo meu irmão.
Mais alguns minutos se passavam e Loke já se encontrava na escadaria rumo a Casa de Peixes, subia rapidamente e adentrava no salão, por lá encontrava Alrisha, se aproximava ainda mais e falava com determinação.
- Pronto para treinar a Exclamação de Atena?
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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

Mensagem por Tsumaki de Sagitário em Dom Maio 20, 2012 3:34 pm

Tsumaki treinava para ficar forte a cada momento já que agora ele era o mais novo Cavaleiro de Ouro e teria uma responsabilidade ainda maior, estava se preparando para ir até a casa de Peixes já que o mesmo recebeu um convite do próprio Cavaleiro.
-Bom irei indo.
Dizia Tsumaki que ia até o final de sua casa aonde possuía uma enorme escada o mesmo ia subindo, o tempo ia se passando e Tsumaki no final das escadas chegava a casa de Peixes e via o Cavaleiro de Peixes e o de Leão que pareciam estar a minha espera.
-Bom cheguei.
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Athena Exclamation

Mensagem por Alrisha de Peixes em Dom Maio 20, 2012 3:48 pm

ATHENA EXCLAMATION!


Alrisha estava em sua casa, e Loke chegou perguntando se ele estava pronto para aprender a técnica mais poderosa dos cavaleiros de Ouro, assim como a única proibida por Athena. Juntar três cavaleiros de ouro era criar uma super potência.
- Assim espero Loke.
Alrisha mal acabava de falar quando Tsumaki entrava na Casa de Peixes. Alrisha se lembrou de Fuzile, o Antigo Cavaleiro de Ouro que o ajudara no passado com a Técnica dos Espinhos de Cristal. Tsumaki provou que era merecedor desse lugar.
- Sejam bem-vindos, meus irmãos Cavaleiros. - disse Alrisha olhando os dois. - Estamos prontos Loke. Não é mesmo Tsumaki... - disse o Alrisha confiando que desta vez, o Cavaleiro de Sagitário não lhe fosse uma tristeza.

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Re: Treino/ Alrisha de Peixes

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